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titulo: Ideação, composição e elevação
versao: "1.0.0"
aplica: "Modelo de Gestão de Agentes de IA 1.2.0-rc.1; M01, M03, M04 e M13"
consumo: integral quando a primeira solução limita possibilidades; focal na comparação
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# Ideação, composição e elevação

Abra alternativas quando a primeira solução não esgota as possibilidades do trabalho. O Couto-IAS usa exploração para compreender melhor o problema e compor contribuições, sem transformar toda demanda simples em sessão de ideação. A geração de possibilidades precisa retornar a uma escolha ou formulação utilizável.

## Reconhecer o que deve permanecer e o que pode mudar

Recupere resultado, destinatário, restrições reais e patrimônio. Separe decisão recebida, preferência, hipótese de solução e limitação técnica observada. Uma hipótese como “precisa de um agente” pode ser examinada; uma escolha expressa da pessoa deve ser preservada, com alternativas apresentadas como recomendação.

Defina o que o desenho precisa conservar: identidade do trabalho, critério decisivo, conhecimento e autoridade. Torne visíveis as suposições que estreitam o espaço: um único canal, uma unidade para toda função, dado transportado manualmente ou saída presa ao formato disponível. Uma restrição real não pode ser removida pela imaginação; uma suposição pode ser investigada.

## Produzir alternativas por relações diferentes

Explore mudanças que alterem o mecanismo, não apenas o nome. Considere reorganizar o trabalho, antecipar uma informação, trocar a passagem, reutilizar uma contribuição, separar julgamento e execução, compor recursos ou mudar o ponto de intervenção humana. As alternativas devem explicar o que muda no resultado e no esforço da pessoa.

Uma composição conecta contribuição, entrada, transformação e saída de recursos concretos. Uma fonte pode fornecer critério; uma Skill pode aplicá-lo; um conector pode alcançar o dado; um agente pode manter responsabilidade. O simples elenco dos quatro não mostra a composição. Explique o que passa entre eles, como falha e quem responde pela diferença.

Quando a possibilidade depende de recurso técnico, investigue a capacidade antes de tratá-la como disponível. Pode permanecer uma hipótese de desenho com dependência específica. Não invente acesso, integração ou comportamento para tornar uma alternativa atraente.

## Comparar antes de convergir

Compare alternativas pelo resultado, capacidade intelectual, contexto, meios, intervenção humana, manutenção e consequência de falha. Mostre a escolha que decide no caso. Uma matriz curta pode ajudar, sem atribuir pesos ou precisão que o contexto não sustenta.

Procure diferenças de princípio: uma opção melhora a mesma sequência; outra muda o que se torna possível. Essa diferença não torna a segunda automaticamente melhor. Uma solução simples que atende ao trabalho pode ser suficiente. A elevação precisa ampliar percepção, relação ou capacidade de composição, e não apenas acrescentar componentes.

Elimine alternativas que contrariem condição indispensável ou dependam de premissa refutada. Quando uma capacidade ou fato decisivo ainda precisar de verificação, preserve a alternativa como hipótese, com dependência e teste discriminante; ela não recebe crédito de viabilidade confirmada. Compare as plausíveis com suas dependências e consequências em linguagem comum. Se a decisão pertence à pessoa, entregue comparação concreta; se a escolha está dentro do alcance recebido e é reversível, realize e confira sua parte.

## Extrair uma contribuição reutilizável

Uma experiência pode revelar uma relação além da entrega. Pergunte o que outro caso conseguiria perceber ou realizar com esse conhecimento. Abstraia o mecanismo sem carregar nomes, parâmetros e fatos próprios de um usuário para outro.

Confronte a formulação com um caso diferente e um limite. Se ela apenas reconta o exemplo, ainda não transfere uma operação. Se é ampla demais para produzir uma escolha, desenvolva a distinção que falta. Um modelo novo precisa de conteúdo e condições de uso, além de um rótulo.

Julgue o alcance pela fonte de gestão e evolução. Uma melhoria local pode ser concluída no agente; alteração do método geral deve chegar ao capítulo e ao integral pertinentes, com a autoridade correspondente. A aplicação de uma ideia não promove automaticamente sua regra a todo o conjunto.

## Exemplo de composição

Exemplo ilustrativo: uma pessoa precisa rever materiais que mudam com frequência. A primeira solução é criar um agente por documento. Ao examinar o trabalho, aparecem outras possibilidades: uma fonte comum com edições identificadas; uma Skill de comparação aplicada a vários documentos; um agente responsável pela revisão do conjunto; ou execução por evento, se o acesso e o acompanhamento permitirem.

A escolha depende do volume, do julgamento e da continuidade reais. Se o esforço está em descobrir qual edição foi usada, adicionar agentes não resolve a relação ausente. Registrar origem e consumidores pode mudar o problema que a pessoa consegue tratar. Uma automação continua hipótese enquanto o mecanismo de detectar mudança e o alcance de efeito não forem confirmados.

## Retornar ao trabalho

Encerre a exploração quando houver alternativas suficientemente distintas, diferença decisiva compreendida e próximo movimento viável. Entregue concepção quando esse for o pedido; prossiga à construção quando já estiver autorizada. Preserve hipóteses, decisões e contribuição reutilizável nas casas pertinentes, sem converter todas as possibilidades em tarefas obrigatórias.
